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terça-feira, 11 de setembro de 2018

O que projetos fracassados têm em comum!

Aqui estão as coisas que eu mais comumente encontrei em projetos fracassados:
  1. Colocar o foco na parte mecânica do planejamento (cálculos do caminho crítico, o modelo de cronograma, etc);
  2. Ignorar ter definição adequada de “sucesso do projeto” e “projeto e produto de qualidade” por todos os envolvidos;
  3. Fazer promessas que não pode manter;
  4. Mentir;
  5. Pensar que você é mais inteligente do que todos os outros;
  6. Lidar com o cliente como um inconveniente;
  7. Concentrar-se em terminar o projeto (ao invés de fornecer valor para o cliente);
  8. Não ler todos os documentos relacionados ao projeto (especialmente aqueles de negócios e de alto nível técnico);
  9. Não monitorar corretamente o desenvolvimento do projeto;
  10. Desconexão entre o gerente de projeto e o cliente;
  11. Desconexão entre o gerente de projeto e o patrocinador;
  12. Cliente não comprometido;
  13. Patrocinador não comprometido;
  14. Equipe não comprometida;
  15. Tentar ganhar concursos de popularidade ao invés de manter todos responsáveis pelo sucesso do projeto;
  16. Ignorar as mensagens sutis e não tão sutis dos stakeholders, especialmente do cliente;
  17. Evitar o cliente e ignorar quão satisfeitos eles estão com seu trabalho pessoal e o projeto;
  18. Ficar ocupado preso no trabalho e ignorando o panorama mais amplo (como um avestruz, enfiando a cabeça na areia);
  19. Ter medo de dizer não;
  20. Ignorar o contrato e documentos do projeto;
  21. Ter uma atitude grosseira (pensar que ser cruel fará com que temam você e façam o que você quer);
  22. Ter uma atitude muito suave (incapaz ou com medo de repreender);
  23. Esconder-se em seu escritório;
  24. Considerar os relatórios de progresso como corretos (sem verificar com cuidado);
  25. Mentalidade de vítima, recusando-se a assumir a responsabilidade pelos enganos e erros;
  26. Jogo da culpa, culpando os outros e não assumindo sua parte;
  27. Monopolizar o crédito, e não dar crédito à equipe e outros stakeholders;
  28. Desconfiar dos outros;
  29. Supor que você pode ganhar sozinho, e deixar os clientes, fornecedores e equipe perderem;
  30. Sair mais cedo, assumindo que não há nada que você pode fazer e deixar que o projeto perca valor e qualidade;
  31. O medo do fracasso, que impede você de conseguir fazer qualquer coisa significativa.


    Paulo Shetara

terça-feira, 22 de maio de 2012

40% das empresas não possuem presença digital!


Por incrível que pareça essa manchete é verdadeira! A velha e boa lista telefônica caiu em desuso, hoje as pessoas quando querem alguma informação vão direto aos sites de busca, mas comum deles o Google. Também se querem saber de um produto ou serviço usam os motores de busca para saber a opinião de outros internautas-clientes.
Na coluna do jornal O Globo intitulada  Mercado  Digital de Andréa Dunningham ela escreve:
“ Por isso  isso que me surpreendi com o resultado da 7ª pesquisa TIC Empresas, conduzida pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br). De acordo com o trabalho, 98% das empresas com mais de dez funcionários estão conectadas à internet de alguma maneira, sendo que 40% delas ainda não possuem um site, o que as torna totalmente invisíveis ao grande público que vive conectado.
Fico curiosa para saber qual o impacto disso no negócio.”
Toda e qualquer empresa que quiser ser competitiva precisa estar com a  informatização alinhada a estratégia do negócio, junto ao processo de vendas; a construção de websites institucionais, uma estratégia de presença pró-ativa nas redes sociais, o e-mail marketing, o marketing em buscadores, etc configuram-se cada vez mais como ferramentas indispensáveis e de baixos custos para a obtenção de visibilidade e alcance, captação e aquisição de relacionamentos de valor e de oportunidade de novos negócios.
Hoje, ainda não basta ter um site, seu projeto tem que estar configurado para ser sugestivo quando for aberto em smartphones e tablets.
Cada vez mais empresas sérias terão que se formatar e
usar sistemas de marketing aos negócios da era digital. As mídias sociais pareceram a salvação para as empresas que não sabiam como se relacionar com os clientes de maneira mais próxima. Porém, não basta criar uma fan page no Facebook ou um perfil no Twitter e replicar todo o conteúdo do seu site nessas redes.
Estar nas redes sociais significa ter relacionamentos, posicionamento de marca. E para ter uma boa presença digital é preciso criar campanhas específicas para esses veículos e conteúdo sugestivo para o internauta/cliente se fidelizar a sua marca digital e estar interessado em receber suas atualizações.
Conteúdos tem que ser sempre atualizados, como matérias e artigos para fidelizar as pessoas ao seu pequeno latifúndio digital.
Paulo Shetara

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Empreendedores chegam perto de 400 milhões em 54 países, segundo Relatório Global (GEM) de 2011.


O grupo de estudos mundial Global Entrepreneurship Monitor (GEM), elaborou um relatório sobre as atividades de empreendedorismo no mundo em 2011, os empresários estão agora perto  400 milhões em 54 países – criando assim a expectativa de  milhões de novas contratações e criação de emprego nos próximos anos.
"Graças a um aumento no empreendedorismo em todo o mundo, agora temos cerca de 400 milhões de empreendedores iniciais, e gestão de empresas nas 54 economias pesquisadas", disse a autora do relatório principal, Donna Kelley, do Babson College em Massachusetts,Estados Unidos.
Outra notícia boa é que mais de 140 milhões desses empresários esperam adicionar pelo menos cinco novos postos de trabalho nos próximos cinco anos. “Estes números e projeções de crescimento afirmam que a atividade empresarial está a florescer em todo o mundo e que o empreendedorismo, como um motor econômico, é a melhor esperança para revitalizar uma economia mundial enfraquecida", completa.

Perfil dos Empresários e seus negócios

Alguns dados interessantes da pesquisa do GEM é que:

_163 milhões empreendedores em início de carreira são mulheres.
_165 milhões de empreendedores em estágio inicial, são jovens com idade de 18 a 25).
_69 milhões de empreendedores em estágio inicial estão oferecendo produtos e serviços inovadores.
_18 milhões de empreendedores em estágio inicial estão vendendo 25 % de seus produtos e serviços em escala internacional.

• Os empresários em início de carreira são na maioria das vezes jovens e de meia-idade (25-44 anos), embora em muitas economias em desenvolvimento há uma tendência para os empresários mais jovens. Na Suíça e no Japão, por outro lado, os empresários mais velhos (44-54 anos) são os participantes mais freqüentes em empreendedorismo.

• Funcionários empreendedores - aqueles que criam e desenvolvem novas idéias de negócios para suas empresas - são encontrados em economias mais avançadas e ainda pouco nas emergentes. Eles desenvolvem ou lançam novos produtos e serviços, criando novas unidades para o seu empregador principal.

Implicações para a Política
Pesquisas do GEM oferecem várias orientações para decisões de políticas públicas para líderes, auxiliando também empresários e acadêmicos para ajudá-los a construir eco-sistemas empresariais, que permitam o empreendedorismo prosperar em toda a economia mundial.

No relatório há recomendações de políticas que melhoram a flexibilidade do trabalho, comunicação e abertura de mercado, eliminando a burocracia contribuindo para um ambiente de negócios mais empreendedor. Sendo estas orientações particularmente importantes e relevantes em muitas economias em desenvolvimento.
É importante criar a energia e fazer mudanças positivas, a sociedade deve considerar que o empreendedorismo não é o ato heróico de alguns indivíduos, mas as realizações de muitas pessoas que exercem as suas ambições em um ambiente de apoio cultural e institucional.
Para mais informações sobre o relatório do GEM, segue aqui o link: http://www.gemconsortium.org/docs/2201/gem-2011-global-report